"A verdade é como a água da chuva...
cai sobre os montes e sobre os lugares baixos
mas somente se acumula nos lugares baixos.
Assim, a verdade é dada a todos mas ela
só encontra guarida nos corações humildes."
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Corrigindo 20 velhos ditados

Depois de algum tempo, finalmente apareceu um "sábio" para corrigir alguns antigos ditados populares!
Brincadeiras à parte, vamos rir um pouco...
01- "É dando que se ... engravida".
02- "Quem ri por último... é retardado ou loira".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala o que quiser. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Os últimos serão ... os desclassificados."
11- "Há males que vêm para ... ferrar com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13- "A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14- "Quem dá aos pobres... cria o filho sozinha."
15- "Depois da tempestade vem a .... Enchente."
16- "Devagar.... se demora chegar."
17- "Antes tarde do que .... mais tarde."
18- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19- "Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20- "Pau que nasce torto... urina no chão."
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Lindíssima História de Amor!
Eu retornava pra casa, em um dia muito frio quando
tropecei em uma carteira. Procurei por algum meio de
identificar o dono, mas a carteira só continha três
dólares e uma carta amassada, que parecia ter ficado
ali por muitos anos.
No envelope, muito sujo, a única coisa legível era
o endereço do remetente. Comecei a ler a carta tentando
achar alguma dica. Então eu vi o cabeçalho.
A carta tinha sido escrita a quase sessenta anos atrás.
Tinha sido escrita com uma bonita letra feminina em
azul claro sobre um papel de carta com uma
flor ao canto esquerdo. A carta dizia que sua mãe a
havia proibido de se encontrar com Michael mas ela
escrevia a carta para dizer que sempre o amaria.
Assinado Hannah.
Era uma carta bonita, mas não havia de nenhum modo,
com exceção do nome Michael, de identificar o dono.
Entrei em contato com a cia. telefônica,
expliquei o problema ao operador e lhe pedi o número
do telefone no endereço que havia no envelope.
O operador disse que havia um telefone mas não poderia
me dar o número. Por sua própria sugestão, entrou em
contato com o número, explicou a situação e fez
uma conexão daquele telefone comigo.
Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia
alguém chamada Hannah. Ela ofegou e respondeu:
- "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha
uma filha chamada Hannah. Mas isto foi há 30 anos!"
- "E você saberia me dizer onde aquela família poderia
ser localizada agora?" Eu perguntei.
- "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua
mãe em um asilo alguns anos atrás", disse a mulher.
"Talvez se você entrar em contato eles possam informar".
Ela me deu o nome do asilo e eu liguei.
Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido
alguns anos atrás mas eles tinham um número de telefone
onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo.
Eu lhes agradeci e telefonei. A mulher que respondeu
explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo.
A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo.
Pra que estava fazendo aquele movimento todo só para achar
o dono de uma carteira que tinha apenas três dólares e uma
carta com quase 60 anos?
Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que
Hannah estivesse vivendo e o homem que atendeu me falou,
- "Sim, a Hannah está morando conosco."
Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia
ir para vê-la.
- "Bem", ele disse hesitante, "se você quiser se arriscar,
ela poderá estar na sala assistindo a televisão".
Eu agradeci e corri para o asilo. A enfermeira noturna e
um guarda me cumprimentaram à porta.
Fomos até o terceiro andar.
Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah.
Era uma doçura, cabelo prateado com um sorriso calmo
e um brilho no olhar.
Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta.
Assim que viu o papel da carta com aquela pequena flor
à esquerda, ela respirou fundo e disse,
- "Esta carta foi o último contato que tive com Michael".
Ela pausou um momento em pensamento
e então disse suavemente: - "Eu o amei muito.
Mas na ocasião eu tinha 16 anos e minha mãe
achava que eu era muito jovem. Oh, ele era tão bonito!.
Ele se parecia com Sean Connery, o ator".
- "Sim," ela continuou. "Michael Goldstein
era uma pessoa maravilhosa. Se você o achar, lhe fale que
eu penso freqüentemente nele.
E"... ela hesitou por um momento,
e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu ainda o amo.
Você sabe", ela disse com lágrimas que começaram a rolar
em seus olhos, "eu nunca me casei.Eu jamais encontrei alguém
que correspondesse ao Michael..."
Eu agradeci a Hannah e disse adeus.
Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou,
- "A velha senhora pode lhe ajudar?"
- "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome. Mas eu acho
que vou deixar isto para depois. Eu passei quase o dia
inteiro tentando achar o dono desta carteira".
Quando o guarda viu a carteira, ele disse:
- "Ei, espere um minuto! Isto é a carteira do Sr.
Goldstein. Eu a reconheceria em qualquer lugar.
Ele está sempre perdendo a carteira. Eu devo tê-la
achado pelos corredores ao menos três vezes".
- "Quem é o Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão
começando a tremer.
- "Ele é um dos idosos do 8º andar.
Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida.
Ele deve ter perdido em um de seus passeios".
Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira.
Lhe falei sobre o que o guarda tinha dito.
Nós voltamos para o elevador e subimos.
No oitavo andar, a enfermeira disse,
- "Acho que ele ainda está acordado. Ele gosta de ler à noite. Ele é um homem bem velho."
Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia
um homem lendo um livro. A enfermeira foi até ele e
perguntou se ele tinha perdido a carteira.
Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso
de trás e disse, - "Oh, sim!"
- "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós
queremos saber se é sua?"
Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein,
ele sorriu com alívio e disse:
- "Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde.
Eu quero lhe dar uma recompensa".
- "Não, obrigado", eu disse.
"Mas eu tenho que lhe contar algo. Eu li a carta
na esperança de descobrir o dono da carteira".
O sorriso em seu rosto desapareceu de repente.
- "Você leu a carta?"
"Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".
Ele ficou pálido de repente.
- "Hannah? Você sabe onde ela está? Como ela está?
É ainda tão bonita quanto era? Por favor,
por favor me fale", ele implorou.
- "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando
você a conheceu". Eu disse suavemente.
O homem sorriu e perguntou,
- "Você pode me falar onde ela está?
Ele agarrou minha mão e disse,
- "Eu estava tão apaixonado por aquela menina que
quando aquela carta chegou, minha vida literalmente terminou.
Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."
- "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo".
Fomos de elevador até o terceiro andar.
Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava
assistindo televisão.
A enfermeira caminhou até ela:
- "Hannah, " ela disse suavemente, enquanto apontava
para Michael que estava esperando comigo na entrada.
- "Você conhece este homem?"
Ela ajeitou os óculos, olhou um momento...
e não disse uma palavra...
Michael disse suavemente, quase em um sussurro,
- "Hannah!!!
- "Michael! Eu não acredito nisto!
Michael! É você! Meu Michael!"
Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram.
A enfermeira e eu partimos com lágrimas
rolando em nossas faces.
- "Veja", eu disse. Veja como o bom Deus trabalha!
Aproximadamente três semanas depois eu recebi
uma chamada do asilo em meu escritório.
-"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento?
O Michael e Hannah vão se casar"!
Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo
devidamente vestidos para a celebração.
Hannah usou um vestido bege claro e bonito.
Michael usou um terno azul escuro.
O hospital lhes deu o próprio quarto e
se você sempre quis ver uma noiva com 76 anos e um
noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes,
você tinha que ver este par.
Um final perfeito para um caso de amor
que tinha durado quase 60 anos.
Nunca é tarde para o amor...aprenda isso.!
(Trad.de jornal da Áustria por Sérgio Barros)
Direitos @utorais Reservados
tropecei em uma carteira. Procurei por algum meio de
identificar o dono, mas a carteira só continha três
dólares e uma carta amassada, que parecia ter ficado
ali por muitos anos.
No envelope, muito sujo, a única coisa legível era
o endereço do remetente. Comecei a ler a carta tentando
achar alguma dica. Então eu vi o cabeçalho.
A carta tinha sido escrita a quase sessenta anos atrás.
Tinha sido escrita com uma bonita letra feminina em
azul claro sobre um papel de carta com uma
flor ao canto esquerdo. A carta dizia que sua mãe a
havia proibido de se encontrar com Michael mas ela
escrevia a carta para dizer que sempre o amaria.
Assinado Hannah.
Era uma carta bonita, mas não havia de nenhum modo,
com exceção do nome Michael, de identificar o dono.
Entrei em contato com a cia. telefônica,
expliquei o problema ao operador e lhe pedi o número
do telefone no endereço que havia no envelope.
O operador disse que havia um telefone mas não poderia
me dar o número. Por sua própria sugestão, entrou em
contato com o número, explicou a situação e fez
uma conexão daquele telefone comigo.
Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia
alguém chamada Hannah. Ela ofegou e respondeu:
- "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha
uma filha chamada Hannah. Mas isto foi há 30 anos!"
- "E você saberia me dizer onde aquela família poderia
ser localizada agora?" Eu perguntei.
- "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua
mãe em um asilo alguns anos atrás", disse a mulher.
"Talvez se você entrar em contato eles possam informar".
Ela me deu o nome do asilo e eu liguei.
Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido
alguns anos atrás mas eles tinham um número de telefone
onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo.
Eu lhes agradeci e telefonei. A mulher que respondeu
explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo.
A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo.
Pra que estava fazendo aquele movimento todo só para achar
o dono de uma carteira que tinha apenas três dólares e uma
carta com quase 60 anos?
Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que
Hannah estivesse vivendo e o homem que atendeu me falou,
- "Sim, a Hannah está morando conosco."
Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia
ir para vê-la.
- "Bem", ele disse hesitante, "se você quiser se arriscar,
ela poderá estar na sala assistindo a televisão".
Eu agradeci e corri para o asilo. A enfermeira noturna e
um guarda me cumprimentaram à porta.
Fomos até o terceiro andar.
Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah.
Era uma doçura, cabelo prateado com um sorriso calmo
e um brilho no olhar.
Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta.
Assim que viu o papel da carta com aquela pequena flor
à esquerda, ela respirou fundo e disse,
- "Esta carta foi o último contato que tive com Michael".
Ela pausou um momento em pensamento
e então disse suavemente: - "Eu o amei muito.
Mas na ocasião eu tinha 16 anos e minha mãe
achava que eu era muito jovem. Oh, ele era tão bonito!.
Ele se parecia com Sean Connery, o ator".
- "Sim," ela continuou. "Michael Goldstein
era uma pessoa maravilhosa. Se você o achar, lhe fale que
eu penso freqüentemente nele.
E"... ela hesitou por um momento,
e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu ainda o amo.
Você sabe", ela disse com lágrimas que começaram a rolar
em seus olhos, "eu nunca me casei.Eu jamais encontrei alguém
que correspondesse ao Michael..."
Eu agradeci a Hannah e disse adeus.
Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou,
- "A velha senhora pode lhe ajudar?"
- "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome. Mas eu acho
que vou deixar isto para depois. Eu passei quase o dia
inteiro tentando achar o dono desta carteira".
Quando o guarda viu a carteira, ele disse:
- "Ei, espere um minuto! Isto é a carteira do Sr.
Goldstein. Eu a reconheceria em qualquer lugar.
Ele está sempre perdendo a carteira. Eu devo tê-la
achado pelos corredores ao menos três vezes".
- "Quem é o Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão
começando a tremer.
- "Ele é um dos idosos do 8º andar.
Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida.
Ele deve ter perdido em um de seus passeios".
Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira.
Lhe falei sobre o que o guarda tinha dito.
Nós voltamos para o elevador e subimos.
No oitavo andar, a enfermeira disse,
- "Acho que ele ainda está acordado. Ele gosta de ler à noite. Ele é um homem bem velho."
Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia
um homem lendo um livro. A enfermeira foi até ele e
perguntou se ele tinha perdido a carteira.
Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso
de trás e disse, - "Oh, sim!"
- "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós
queremos saber se é sua?"
Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein,
ele sorriu com alívio e disse:
- "Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde.
Eu quero lhe dar uma recompensa".
- "Não, obrigado", eu disse.
"Mas eu tenho que lhe contar algo. Eu li a carta
na esperança de descobrir o dono da carteira".
O sorriso em seu rosto desapareceu de repente.
- "Você leu a carta?"
"Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".
Ele ficou pálido de repente.
- "Hannah? Você sabe onde ela está? Como ela está?
É ainda tão bonita quanto era? Por favor,
por favor me fale", ele implorou.
- "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando
você a conheceu". Eu disse suavemente.
O homem sorriu e perguntou,
- "Você pode me falar onde ela está?
Ele agarrou minha mão e disse,
- "Eu estava tão apaixonado por aquela menina que
quando aquela carta chegou, minha vida literalmente terminou.
Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."
- "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo".
Fomos de elevador até o terceiro andar.
Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava
assistindo televisão.
A enfermeira caminhou até ela:
- "Hannah, " ela disse suavemente, enquanto apontava
para Michael que estava esperando comigo na entrada.
- "Você conhece este homem?"
Ela ajeitou os óculos, olhou um momento...
e não disse uma palavra...
Michael disse suavemente, quase em um sussurro,
- "Hannah!!!
- "Michael! Eu não acredito nisto!
Michael! É você! Meu Michael!"
Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram.
A enfermeira e eu partimos com lágrimas
rolando em nossas faces.
- "Veja", eu disse. Veja como o bom Deus trabalha!
Aproximadamente três semanas depois eu recebi
uma chamada do asilo em meu escritório.
-"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento?
O Michael e Hannah vão se casar"!
Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo
devidamente vestidos para a celebração.
Hannah usou um vestido bege claro e bonito.
Michael usou um terno azul escuro.
O hospital lhes deu o próprio quarto e
se você sempre quis ver uma noiva com 76 anos e um
noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes,
você tinha que ver este par.
Um final perfeito para um caso de amor
que tinha durado quase 60 anos.
Nunca é tarde para o amor...aprenda isso.!
(Trad.de jornal da Áustria por Sérgio Barros)
Direitos @utorais Reservados
LIÇÃO DE AMOR

Quando eu era pequenina na cidade grande,
uma pessoa muito especial
me contou uma história mais ou menos assim:
"O amor é como uma caixinha,
onde se coloca e se tira...
Quando se dá amor, se tira da nossa caixinha
e coloca na caixinha do outro.
Quando se recebe amor,
se tira da caixinha do outro e coloca na nossa."
Acho que essa foi a melhor explicação
que já recebi até hoje do amor...
Se você só recebe e não dá,
a caixinha lota e ninguém mais
consegue te dar amor.
Se você só dá,
chega uma hora que acaba o seu.
Por isso,
na vida é importante dar e receber amor.
Nem sempre aquele
que recebe de nós é o que nos dá.
Nem sempre damos de quem recebemos.
Mas sempre estamos fazendo troca
e reciclando o nosso estoque de amor.
Não deixe sua caixinha esvaziar,
nem deixe sua caixinha lotar.
Saiba dar e saiba receber.
Coloque amor em tudo que faz,
desde o acordar até o dormir,
no trabalho, no trânsito, em casa...
As coisas, os detalhes feitos com amor
têm outro sabor, tanto para quem faz
como para quem recebe.
Coloque amor no seu sorriso pela manhã.
Coloque amor no Bom Dia animado.
Coloque amor nos detalhes do dia.
Coloque amor nas pequenas coisas,
e nas grandes também!
E você verá que sua vida será cheia de
realizações, sucesso, alegrias,
coisas boas e amor.
Lembre-se de que a felicidade
só depende de nós e viva melhor!!!
Eu Criei Você !

Um dia, como de costume, uma jovem mendiga,
uma pequena menina, permanecia na esquina
da rua implorando por comida, dinheiro ou
qualquer coisa que ela pudesse conseguir.
Estava usando roupas muito esfarrapadas;
ela estava suja e bem desarrumada.
Como sempre acontecia, um bem sucedido
jovem, passou por aquela esquina sem
dar uma segunda olhada para a menina.
Mas, quando ele chegou em sua casa e
encontrou sua família feliz e confortavelmente
instalada, à mesa de jantar bem farta,
seus pensamentos se voltaram a jovem mendiga
e, ele ficou irritado, muito irritado com DEUS
por permitir que tal condição pudesse existir.
Ele reprovou declarando:
- "Como pode Você deixar isto acontecer?
Por que Você não faz algo para ajudar aquela menina?"
Então, ele ouviu DEUS,
nas profundezas de seu ser, responder dizendo:
- "Eu fiz!
- Eu criei você!"
domingo, 8 de agosto de 2010

Fundiu-se seu seu sorriso em minha mente.
Uma semente plantada no destino
Brota do olho o que rega os planos
Cultiva o coração o que não cresce com um
Renasce das mãos a força da vida
Completa o ser a flor que desabrocha
Lírios no ombro que já não se vê
Mente moldada para não sofrer
Se cresce sorrisos afloram no submundo
Se não vinga, válida a intenção da semente.
poema de : ALLINE DARLLANA BEZERRA MEDEIROS
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Acredite nas pessoas… Naquelas que possuem algo mais…
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades…
Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes…
Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança…
Pessoas firmes… Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas… Que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra, te faz feliz…
Aquelas que erram… Acertam… Não tem vergonha de dizer não sei… aquelas que sonham… Aquelas amigas…
Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem a diferença…
Aquelas que vivem intensamente um grande amor…
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades…
Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes…
Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança…
Pessoas firmes… Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas… Que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra, te faz feliz…
Aquelas que erram… Acertam… Não tem vergonha de dizer não sei… aquelas que sonham… Aquelas amigas…
Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem a diferença…
Aquelas que vivem intensamente um grande amor…
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1 comentários: Anônimo disse... OLA.... BOA NOITE A NOITE A TODOS. AQUI QUEM VOS FALA É A PROPRIA QUE ESCREVEU ESTA CARTA ACIMA....
-
MINUTOS DE SABEDORIA Não Critique! Procure antes colaborar com todos, sem fazer críticas. A crítica fere, e ninguém gosta de ser ferid...
-
Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida... Bob Marley