sexta-feira, 12 de março de 2010

Oração da manhã

Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te a paz, a sabedoria, a força.

Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente; ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vê, e assim não ver senão o bem em cada um.

Cerra meus ouvidos a toda calúnia. Guarda minha língua de toda maldade. Que só de bênçãos se encha meu espírito.

Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos os que se aproximarem de mim sintam tua presença.

Reveste-me de tua beleza , Senhor, e que no decurso deste dia, eu te revele a todos.

CONSAGRAÇÃO AO DIVINO PAI ETERNO

Divino Pai Eterno! Aqui estamos para prestar-vos nossa homenagem.
Nós cremos em vós, nosso Pai e nosso Salvador.
Confiamos na Vossa bondade e poder.
Queremos amar-vos sempre, cumprindo Vossos mandamentos
e servindo ao Vosso Filho Jesus, na pessoa de nossos irmãos.
Nós vos damos graças pelo Vosso poder e pela Vossa ternura.
Vós nos atraís ao Vosso Santuário e nos acolheis de braços abertos.
Vós nos guiais com os ensinamentos de Vosso Filho, Nosso Senhor,
e nos dais sempre o Vosso perdão.

Divino Pai Eterno! Queremos consagrar-vos :
Nossas famílias - para que vivam em paz e harmonia;
Nossas casas - para que sejam iluminadas pela Vossa presença;
Nossas alegrias - para que sejam santificadas pela Vossa bondade;
Nossas preocupações - para que sejam acolhidas em Vossa bondade;
Nossas doenças - para que sejam remediadas com a Vossa misericórdia;
Nossos trabalhos - para que sejam fecundos com Vossa bênção.

Divino Pai Eterno! Recebei a homenagem da nossa Fé;
Fortalecei nossa esperança e renovai o nosso amor.
Dai-nos o dom da paz e da fidelidade à Vossa Igreja.
Pela intercessão de Nossa Senhora, mãe de Vosso querido Filho, dai-nos a perseverança na Fé e a graça da salvação eterna. Amém!

domingo, 7 de março de 2010

O passarinho e a morte

Ternura de um passarinho e a Dor de uma Perda
Aconteceu numa praça, no Japão. Não se sabe como o pássaro morreu.
Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida. Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença




A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.



A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando.



A Despedida.
As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.


Uma Questão de Amor e Carinho.
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.


Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.



Agora, respondam: Serão os animais realmente, totalmente irracionais?

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós."
(Antoine de Saint Exupéry)

quinta-feira, 4 de março de 2010


As pessoas não se tornam especiais pela maneira de ser ou agir, mas pela profundidade em que atingem nossos sentimentos.
É parte da cura o desejo de ser curado.
Sêneca

E nas profundezas de algo que já julgava não ter
Renasce em mim algo quase já desconhecido
E o belo sorriso do prazer que é viver
De sorrir, de amar cada minuto…


Abandono as tristezas
E volto a dar de mim mais do que julgava poder
Relembro qualidades que me esquecera existirem
E retorno a ser algo que só de bom te pode oferecer


Pois depois da grande tempestade
Renasci, ganhei forças e reaprendi
Do choro fiz forças
Tudo por razão a ti

sábado, 20 de fevereiro de 2010


Convoco em sonhos,
a chegada da lufada de ar,
que há muito meu coração espera
para dissipar esta névoa...

O pouco recebido,
de migalhas apenas se tratam
que sugo até ao infinito,
para com elas sossegar a minha alma...

Em dias escuros
pouco vejo ao fundo,
a solução será sempre nada esperar
e talvez amainar meu pobre coração...